A Tecnologia dos Idosos

Em pleno século XXl, ouço falar em tecnologia, porém, ainda muitos idosos estão desassistidos, ficando a mercê da boa vontade da sociedade.Esta mesma sociedade que esta envelhecida e onde apenas os idosos parecem ser mais jovens pelos seus pensamentos e atitudes,porque eles sempre estão animados apesar das dificuldades,são solidários,ao contrário dos jovens e das suas limitações, procuram aprender e ensinar,são sempre bem humorados, gentis e exercitam-se com maior frequência,e mesmo devagar, fazem questão de sentirem-se úteis.Mais a tecnologia esqueceu-se deles.

Muitas pessoas, acima da terceira idade, esforçam-se para acompanhar o desenvolvimento tecnológico,o que não ocorre com os estudiosos,pesquisadores em tecnologia, precursores,criadores, inovadores e empresários.Eles não focaram ainda nas adaptações que poderiam reduzir muitos acidentes, dentro e fora das residências dos mais velhos,onde o baixo custo poderia vir de produtos reciclados que garantiriam uma sobrevida saudável e com maior dignidade.

As quedas decorrentes de diversos fatores na saúde do idoso,poderiam ver vistos com mais atenção, de forma que as consequências, como fraturas, uso de próteses, a mobilidade comprometida e a dependência fosse um fato relevante, pois a solução estaria também concluída com o resgate da autonomia deste mesmo indivíduo que,com acompanhamento devido e uso de tecnologia avançada, estivesse 100% resolvido.

O capital envolvido neste mundo capitalista, exclui de forma trágica a maioria das pessoas,mais sabe-se, que o querer faz o poder e há uma evidência no que falo, pois,o homem é quem dita a sua própria história.

Se a longevidade, a conservação do meio ambiente, a descoberta de novas medicações e meios de cura, tornam-se prioritários ,portanto as parcerias de negócios e empreendedorismo também.A criatividade neste ramo de desenvolvimento é eficaz quando pensamos que o tempo passa para todos e que a qualidade de vida tende a melhorar, tornando este setor auto -suficiente a ponto dos idosos  não dependerem tanto dos outros para sobreviverem e, ao contrário, os familiares e a própria sociedade não se sentiriam tão ocupada ou preocupada com esta população tão sensível e mal assistidas, onde são maioria hoje no nosso país.     

Leomária Mendes Sobrinho

Salvador/Bahia

Email: leomrian@gmail.com                                    

 

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